Ministro da Justiça determina investigação sobre vídeo que encena morte de Bolsonaro

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As cenas fazem parte de um longa metragem do diretor Ruy Guerra

Redação Oeste

Neste sábado 16, Anderson Torres, ministro da Justiça, determinou à Polícia Federal (PF) a abertura de inquérito para investigar um vídeo que encena a morte do presidente Jair Bolsonaro. “Determinei encaminhamento do caso à Polícia Federal para instauração de inquérito policial, e completa apuração dos fatos”, escreveu o ministro da Justiça  no Twitter. Em outra mensagem na rede social, o ministro classificou as imagens como chocantes.

vídeo ganhou repercussão nas redes sociais depois que as cenas foram divulgadas por parlamentares ligados ao presidente da República, como os deputados Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro. Alguns sites chegaram a veicular que o filme era ligado à Rede Globo. Entretanto, a empresa afirmou, em nota, que não tem ligação com a produção. De acordo com a emissora, as cenas fazem parte de um longa metragem do diretor Ruy Guerra.

O texto confirma, porém, que o Canal Brasil, vinculado ao grupo Globo, possui uma cota minoritária nos direitos da gravação: 3,61%. Mas a empresa afirma que não interfere na gestão e nos conteúdos do canal.

Leia a íntegra da nota da Rede Globo

“A Globo desmente que pertençam a produções suas – seja para canal aberto, canais fechados próprios ou Globoplay – vídeo e fotos que estão circulando nas redes sociais de gravação de obra ficcional mostrando um atentado ao presidente da República. A Globo não tem nenhuma série, novela ou programa com esse conteúdo. Segundo foi informada, a gravação seria de um filme do cineasta Ruy Guerra chamado “A Fúria”, que pretende fechar a trilogia iniciada com “Os Fuzis”, de 1964, e “A Queda”, de 1976. O Canal Brasil tem uma participação de apenas 3,61% nos direitos patrimoniais desse filme, mas jamais foi informado dessas cenas e, como é praxe em casos de cineastas consagrados, não supervisiona a produção. Embora tenha participação acionária no Canal Brasil, a Globo não interfere na gestão e nos conteúdos do canal.”

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