Depois de proibição de juíza, Havan anuncia bandeira do Brasil a R$ 20

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“Temos que ter orgulho do nosso país”, afirma Luciano Hang

Artur Piva

A rede varejista Havan, do empresário Luciano Hang, lançou uma nova campanha para reforçar a venda de exemplares da bandeira do Brasil. A ação teve início depois da decisão de uma juíza eleitoral do Rio Grande do Sul que considerou o símbolo nacional como marca de “um lado da política”.

“A bandeira do Brasil representa nossa história e identifica a nação brasileira”, disse Hang ao lançar a promoção. “Todo cidadão tem direito de exaltá-la, independentemente de partido”. Em comunicado, a empresa afirmou que o preço de venda é o mesmo que o de custo: R$ 20, aproximadamente.

De acordo com empresário, o patriotismo precisa ser incentivado. “Temos que ter orgulho do nosso país, da nossa Bandeira”, afirmou. “Fico impressionado com esse tipo de notícia. Um ativismo judicial absurdo. É a liberdade sendo tolhida todos os dias.”

 

A bandeira do Brasil, segundo a juíza

A juíza Ana Lúcia Todeschini Martinez, titular do cartório eleitoral de Santo Antônio das Missões e Garruchos (RS), disse entender que a bandeira do Brasil será considerada uma propaganda eleitoral a partir do início oficial da campanha, em 16 de agosto. Na opinião dela, o símbolo nacional tornou-se marca de “um lado da política” no país.

“Se ela tiver fixada em determinados locais, a gente vai pedir para retirar”, anunciou Ana Lúcia em entrevista à Rádio Fronteira Missões. Ela ainda destacou que a propaganda eleitoral irregular pode gerar “multas pesadíssimas”.

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