MS terá 420 novas construções do Minha Casa Minha Vida

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14 municípios serão contemplados 

O programa habitacional Minha Casa Minha Vida (MCMV) está prestes a ampliar significativamente sua presença em Mato Grosso do Sul. Conforme anúncio do governo federal nesta sexta-feira (22), 14 municípios sul-mato-grossenses serão contemplados com a construção de 420 novas unidades habitacionais, beneficiando famílias de baixa renda. São eles:

Água Clara: 25 unidades habitacionais

Aquidauana: 25 unidades habitacionais

Aral Moreira: 25 unidades habitacionais

Bandeirantes: 25 unidades habitacionais

Bodoquena: 25 unidades habitacionais

Chapadão do Sul: 50 unidades habitacionais

Dois Irmãos do Buriti: 25 unidades habitacionais

Iguatemi: 20 unidades habitacionais

Ivinhema: 25 unidades habitacionais

Miranda: 50 unidades habitacionais

Porto Murtinho: 25 unidades habitacionais

Ribas do Rio Pardo: 25 unidades habitacionais

São Gabriel do Oeste: 50 unidades habitacionais

Taquarussu: 25 unidades habitacionais

A iniciativa faz parte da primeira seleção do MCMV com recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) para cidades com até 50 mil habitantes. O Ministério das Cidades publicou no Diário Oficial da União a lista com as propostas selecionadas, que abrange um total de 37.295 unidades habitacionais em 1.164 cidades de 26 estados brasileiros.

O governo federal estima que cerca de 150 mil pessoas serão beneficiadas nacionalmente com “moradia digna para famílias de baixa renda, residentes nos pequenos municípios brasileiros”. O investimento total previsto é de R$ 4,85 bilhões.

Seleção das propostas

As moradias são destinadas principalmente a famílias com renda bruta mensal na Faixa Urbano 1 do MCMV, correspondente a até R$ 2.850, com possibilidade de atendimento também à Faixa Urbano 2, de R$2.850,01 até R$ 4.700.

Os projetos apresentados pelos municípios foram selecionados priorizando propostas que melhor atendam à demanda habitacional e observem:

Requisitos técnicos de desenvolvimento urbano, econômico, social e cultural

Sustentabilidade

Redução de vulnerabilidades

Prevenção de riscos de desastres

Elevação dos padrões de habitabilidade e segurança socioambiental

Como participar

O processo de inscrição no Minha Casa Minha Vida foi simplificado, mas ainda varia conforme a faixa de renda do interessado. Veja como funciona para cada grupo:

Faixa Urbano 1

Procure a prefeitura ou o órgão local responsável pelo programa

Faça o cadastro fornecendo as informações necessárias

Aguarde a análise dos dados

Em caso de alta demanda, pode haver sorteio para selecionar os beneficiários

Faixa Urbano 2

Dirija-se diretamente a uma instituição financeira parceira, como a Caixa Econômica Federal

Apresente a documentação que comprove sua renda e capacidade de pagamento

O processo de análise e aprovação é geralmente mais rápido nesta faixa

Documentos necessários (para todas as faixas)

RG e CPF de todos os membros da família

Comprovante de renda atualizado

Comprovante de residência

Certidão de nascimento (para menores de idade) ou casamento

Critérios de elegibilidade

Não possuir imóvel próprio na cidade onde o financiamento será realizado.

Ser maior de 18 anos.

Não ter restrições de crédito.

Não ser funcionário da Caixa Econômica Federal ou cônjuge de um.

Prioridades

Famílias lideradas por mulheres têm prioridade no programa.

Os contratos e registros das moradias serão feitos preferencialmente em nome das mulheres.

Condições de financiamento

Faixa Urbano 1

Famílias nesta faixa podem conseguir um imóvel com até 95% de subsídio do governo federal.

As taxas de juros variam de 4% a 5% ao ano.

Metade das unidades do programa é destinada a famílias desta faixa.

Faixa Urbano 2

O subsídio pode chegar a R$ 55 mil.

As taxas de juros ficam entre 4,75% e 7% ao ano.

Condições gerais

Para ambas as faixas, o valor máximo do imóvel na área urbana é de R$ 264 mil.

As famílias nas faixas 1 e 2 pagarão parcelas que comprometem entre 10% e 15% da renda familiar.

O prazo máximo para o financiamento da casa própria é de 35 anos.

É possível usar o FGTS Futuro para realizar pagamentos das prestações ou amortizar o financiamento.(Correio do Estado).

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