Produtor de soja tem priorizado vendas futuras, apesar de melhora no mercado físico

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Pesquisa realizada por Safras & Mercado, com dados recolhidos até o dia 1 de setembro, mostra que 79,8% da safra 2022/23 foi vendida

 

Após um mês de julho mais forte, o ritmo de comercialização de soja da safra brasileira 2022/23 perdeu um pouco de força ao longo do mês de agosto.

Já o ritmo de negócios com a safra nova (2023/24) registrou alguma melhora, ainda que esteja bastante aquém da média das últimas cinco safras para este período do ano.

Preços em Chicago

“Os contratos futuros ganharam fôlego diante de um clima menos favorável ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas registrado na segunda quinzena do mês”, explica o consultor. ( Com informação do CANAL RURAL).

“Além de um cenário interno conturbado, principalmente com relação à questão fiscal”, acrescenta o analista.

Comercialização da soja

 

Canal Rural/Arte

O percentual atual equivale a aproximadamente 124,643 milhões de toneladas negociadas, de uma safra atualmente estimada em 156,152 milhões de toneladas.

Em mesmo período do ano anterior, o percentual era de 82,6%, enquanto a média das últimas cinco
safras para o período é de 88,3%.

Para a nova safra brasileira de soja (2023/24), os dados apontam um percentual teórico comercializado de apenas 17,9% de uma produção recorde estimada em 163,254 milhões de toneladas, com avanço de 4 pontos percentuais frente ao percentual registrado no mês anterior (13,9%).

Em mesmo período do ano passado, o percentual era de 18,6%. A média das últimas cinco safras para o
período é de 27,4%.

Edição: Jornalista Pedro Mantovani

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