200 anos de Independência do Brasil
Pedro Lopes (Repórter Panorama do MS)
Patriotismo é amar a pátria e o seus patriotas numa colisão de visão de irmandade, lealdade e fraternidade. É respeitar o outro, em todas as suas escolhas, visões, decisões e saber olhar sem criticar.
Vivemos um período atípico e perigoso, não existe um sentimento pela pátria. Coexiste um amor partidário ferrenho e assustador, não existe debate e sim enfrentamento de ideias vazias e singular.
A visão em prol de um país gigante e rico, se perdeu na ganância não existe no hoje, mas herdada a séculos atrás por aqueles que só buscam a ganância pra si e para o seus.
Não existe políticos e sim politiqueiros, que trabalham não para o povo.
Um país rico, que alimenta um quarto da população mundial, não pode massacrar seu povo, sem ter direito ao básico: moradia, segurança, saúde, educação, saneamento básico e um salário digno.
Não se pode aceitar o açoite escondido no abraço, o desleixo e a demagogia ser tão presente no dia a dia de todos.
No modelo existente de democracia é inexequível qualquer de mudança, não será fácil a ninguém que estiver no poder reverter a situação vivida pela população nos rincões do interior e nas favelas dos grandes centros urbanos deste país.
Que a reflexão se faça necessário a todos e que de alguma maneira e forma, algo mude e prol de todos e para todos. E um dia possamos bater no peito gritar bem alto e dizer somos INDEPENDENTE. E tudo se tornará exequível quando a Independência atingir a todos.
Texto Jornalista Pedro Lopes

