-Flexibilização da restrição social por parte do Município é aguardada através de edição de novo decreto-

Portas das lojas fechadas, poucas pessoas andando pelas calçadas e um pequeno fluxo de carros é a nova realidade da Avenida Marcelino Pires, principal via de Dourados, desde que a prefeita Délia Razuk assinou o decreto para o fechamento do comércio no dia 23 de março, mantendo clima de isolamento na maior cidade do interior sul-mato-grossense. 

De acordo com notícia do site Dourados News, a normativa tem como objetivo ampliar as medidas de prevenção, controle e contenção da disseminação do coronavírus no município. De acordo com o Art. 1°, “fica vedado por prazo indeterminado o funcionamento do comércio e serviços em geral”.

No decreto ainda fica estabelecido que o funcionamento de restaurantes, conveniências, lanchonetes, cafés, padarias e estabelecimentos do ramo alimentício, distribuidoras de água mineral e gás, se dará exclusivamente por meio de entregas em domicílio ou de retirada de produtos no próprio estabelecimento, sendo vedado o consumo no local.

Vista da principal avenida comercial de Dourados,
a Marcelino Pires
. Foto: Erô Minella

Para laboratórios, clínicas odontológicas ou médicas, o funcionamento deve ser realizado por meio de agendamento e sem aglomeração de pessoas. 

Também estão liberados, oficinas mecânicas e serviços de manutenção de máquinas e equipamentos, adotadas medidas preventivas de higiene, sem aglomeração de pessoas e presença de pessoas do grupo de risco no local.

BUZINAÇO

Na última sexta-feira (27), manifestantes fizeram uma carreata seguida de uma mobilização em frente à Prefeitura de Dourados a fim de pressionar a administração pública contra o fechamento de alguns seguimentos, como lojas e serviços gerais não essenciais.

Conforme já informado pelo Dourados News, existe, para os próximos dias, a possibilidade de flexibilização em alguns setores do comércio. 

Um estudo vem sendo feito por técnicos do Comitê de Gerenciamento da Crise do Coronavírus. “Há um protocolo a ser seguido e ele tem se orientado, sobretudo, pela capacidade técnica dos médicos. A prefeita [Délia Razuk] esclareceu a esse grupo [ligado ao comércio] que se encaminha para a flexibilização, mas não conseguimos um calendário para isso”, disse o assessor especial do gabinete da prefeita, Alexandre Mantovani, em coletiva realizada no início da tarde de sexta, logo após a realização do ato por parte dos comerciantes.

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