O cenário de devastação preocupa ambientalistas, especialistas e cidadãos de todo o país e levou um grupo a se unir para propor mudanças nas penas aplicadas a crimes ambientais. Ao todo, 29,7 milhões de hectares foram queimados em 2024, aumento de quase 90% em relação a 2023. No ano passado, 15 milhões de hectares foram queimados no país.
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A área queimada no Brasil, de janeiro a novembro deste ano, quase dobrou em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pelo MapBiomas.
A proposta defende aumento significativo nas penas para os responsáveis por incêndios florestais dolosos, além da criação de um caráter inafiançável para esses crimes.
O grupo acredita que o tempo exato da pena deve ser decidido com base em estudos e discussões aprofundadas pelos Senadores.
Além do aumento da pena, outras ações também são necessárias para combater a devastação dos biomas brasileiros. Entre elas:
Investir em fiscalização ambiental, fortalecendo órgãos como IBAMA e ICMBio com mais recursos e tecnologia.
*Apoiar a regularização fundiária, para combater práticas como grilagem.
*Oferecer incentivos econômicos para práticas sustentáveis, como agrofloresta e manejo responsável.
*Educar e conscientizar a população sobre os impactos da devastação e a importância de preservação.
*Restaurar áreas degradadas, priorizando ecossistemas críticos para biodiversidade e clima.
Acreditamos que o Brasil tem potencial para ser um líder global na preservação ambiental, mas é necessário um esforço conjunto e decisivo.
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