Entenda por que o Senado pode mandar incluir tipo sanguíneo na carteira de motorista

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Se aprovada, seguirá para a Câmara dos Deputados

O projeto de lei que inclui o tipo sanguíneo e o fator Rh na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) chegou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Agora, a matéria aguarda a definição do relator por parte do presidente do colegiado, senador Davi Alcolumbre (União-AP).

Sob autoria do senador Ciro Nogueira (Progressistas-PI), o texto passou pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) em sessão realizada na última quarta-feira (14). Se for aprovado na CCJ e não houver pedido de análise em plenário, seguirá para a Câmara dos Deputados.

Sob autoria do senador Ciro Nogueira (Progressistas-PI), o texto passou pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) em sessão realizada na última quarta-feira (14). Se for aprovado na CCJ e não houver pedido de análise em plenário, seguirá para a Câmara dos Deputados.

A proposta determina que as carteiras antigas continuarão válidas até a data de renovação a fim de evitar “correrias da população” para realizar a atualização do documento.

O relator do texto, senador Eduardo Girão (Novo-CE), apresentou parecer favorável. Para ele, a inclusão da informação médica na CNH é importante, assim como as ações de prevenção de acidentes de trânsito, pois esses conhecimentos “podem ser determinantes para agilizar transfusões de sangue e garantir tratamentos mais eficazes, especialmente em situações de emergência, em que cada segundo conta”, conclui o parlamentar em seu voto.

*Com informações da Agência Senado

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