A precipitação, que começou na madrugada de quinta (23/5) e deve prosseguir durante a sexta- (24/5)
Um grande volume de chuva previsto pelo menos desde segunda-feira (20/5) trouxe de volta às ruas de Porto Alegre uma cena comum nos piores dias da catástrofe ambiental que se abate sobre o Rio Grande do Sul: caminhões e barcos retirando pessoas de pontos isolados pela água.
A precipitação, que começou na madrugada de quinta (23/5) e deve prosseguir durante a sexta- (24/5), atingiu em apenas 12 horas a marca de 100 milímetros, equivalente à média histórica de todo o mês de maio, segundo o serviço meteorológico MetSul.

Em pontos das zonas leste e sul, relativamente poupadas na primeira fase da enchente, a chuva chegou a 130 mm no mesmo intervalo, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
A reportagem da BBC News Brasil circulou pelas zonas leste, norte e central da capital ao longo do dia e testemunhou diversos pontos de alagamento em vias como as avenidas Ipiranga, Bento Gonçalves, Goethe, Silva Só e outras.
Mesmo o arroio Dilúvio, curso d’água que corta a capital no sentido leste-oeste, apresentava nível incomum de água, aproximando-se do leito das pontes das avenidas Azenha e Silva Só.
Edição: Pedro Lopes

