Crianças estudavam na unidade de ensino e tinham entre 4 e 7 anos
A identificação das quatro vítimas do ataque a uma creche em Blumenau foi confirmada pela Polícia Civil. Todas eram alunos da unidade de ensino e tinham idades entre 4 e 7 anos. As informações foram repassadas pelo delegado-geral Ulisses Gabriel e pelo Corpo de Bombeiros à reportagem da NSC.
Segundo informações iniciais da polícia, um homem de 25 anos invadiu a creche Cantinho Bom Pastor, na Rua dos Caçadores, bairro da Velha, e atacou crianças com golpes de machadinha. Quatro crianças morreram e pelo menos outras quatro tiveram ferimentos e foram encaminhadas ao Hospital Santo Antônio. O autor se entregou pouco depois do crime no batalhão da Polícia Militar, a 3 quilômetros de distância da unidade de ensino em que ocorreram as mortes. A investigação é feita pela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic).
Polícia divulga identidade das criancinhas vítimas fatais
Bernardo Cunha Machado – 5 anos
Bernardo Pabest da Cunha – 4 anos
Larissa Maia Toldo – 7 anos
Enzo Marchesin Barbosa – 4 anos
(Fonte: site NSCTOTAL)
Polícia divulga imagem do monstro de Blumenau
Criminoso matou quatro crianças e deixou cinco feridas em creche catarinense
A polícia divulgou imagens do assassino que matou crianças com uma machadinha em uma creche de Blumenau, em Santa Catarina.
De acordo com a NSC TV, afiliada da Globo no Estado, o criminoso é Luiz Henrique de Lima, de 25 anos. Ele já tinha passagens na polícia por outros crimes.

O assassino invadiu a creche Bom Pastor, que fica no bairro da Velha, em Blumenau, na manhã desta quarta-feira, 5. De acordo com a Polícia Militar, o criminoso chegou no local de moto. Ele pulou um muro e atacou com uma machadinha as crianças que estavam num parque nos fundos da escola.
Segundo os Bombeiros, quatro crianças foram mortas — três meninos e uma menina, com idades entre 4 e 7 anos —, outras cinco crianças ficaram feridas. As vítimas foram encaminhadas ao Hospital Santo Antônio.
Conforme o delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel, a Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC) também foi acionada, assim como outros órgãos de segurança pública. “O pessoal da DEIC está se deslocando para lá. A Delegacia de Repressão a Crimes de Informática, que tem expertise na extração de dados de telefone e computadores. A gente quer identificar se tem mais algum participante. Se mais alguém participou. Como ele tramou esse plano. Onde ele obteve informações”, disse o delegado-geral.
(Fonte: Revista Oeste)

