-Em entrevista de rádio, governador disse que o estado não deve ter problemas para fazer o pagamento do benefício-

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), disse que o estado não deve ter problemas para fazer o pagamento do 13º salário ao funcionalismo no fim do ano.

“Mato Grosso do Sul, vindo a previdência [Reforma da Previdência] e alguns ajustes que nós fizemos vai ter um equilíbrio e não vai ter problema para o 13º [dos servidores] e para os próximos anos…O que esperamos agora é que a economia volte a crescer”, disse em entrevista ao Primeira Página da Morena FM, naa segunda-feira (2).

O governador também respondeu a perguntas dos ouvintes. Uma delas sobre um novo concurso para a educação. “Nós fizemos um concurso em que abrimos mil vagas. Assim que darmos posse aos 76 que foram aprovados teremos que abrir outro”.

Em relação a segurança pública, Azambuja voltou a criticar o fato de o estado ter que ficar com a responsabilidade e os gastos dos presos por tráfico de drogas, um crime federal. “Ficamos com o preso do tráfico e o cidadão sul-mato-grossense paga a despesa dele nos presídios, que custa quase R$ 14 milhões por mês”.

O governador também disse que o caminho da gestão pública é a busca por parcerias, a começar pela concessão de rodovias estaduais que podem ser administradas por empresas e não descarta, inclusive, a possibilidade de privatizar a empresa de gás natural do estado, a MSGás.

Segundo ele, o governo já pediu ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) um estudo de viabilidade para ver se é mais negócio continuar como empresa pública ou abrir para a administração privada.

“Nós saímos de 2 mil consumidores para 10 mil. Ampliou duto, ampliou fornecimento e ampliou mais a distribuição, que é a atribuição da empresa. Então, nós temos que aguardar o estudo do BNDES para nortear as ações do governo do estado”, concluiu. (Extraído do Conjunturaonline)

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